Começo a acreditar que estão transformando o Direito numa promessa vã, e não numa ferramenta materializadora da Justiça justa, porque tem Juiz se transformando, não em homem do Direito, mas no próprio Direito. O Brasil está se transformando numa Monarquia Absolutista Judiciária Oligárquica! E o pior...sofrem os pequenos! A demora na solução de uma lide (conflito), por vezes é mais traumática do que a própria decisão desfavorável às partes. É inadmissível que um cidadão busque tutela jurisdicional por danos morais há quase três anos e continue penando, enquanto outro(s) que comete(m) os ditos crimes de menor potencial ofensivo, tem seus TCOs resolvidos em menos de um ano e ainda com pedidos de desculpas. Meu Deus. Será que o crime compensa? A Lei 9.099/95 é a mesma a ser aplicada na seara cível e na criminal e deveria obedecer ao princípio da celeridade!
"Uso o medo como força propulsora que me impele a fazer o que os covardes não tem coragem de tentar; afinal, o que é a coragem senão o medo vencido"! (Cesarnildo)
quinta-feira, 23 de maio de 2013
terça-feira, 14 de maio de 2013
ADVOCACIA E CONSULTORIA ESPECIALIZADAS: CÍVEL, CRIMINAL, PREVIDENCIÁRIA, ADMINISTRATIVA, TRABALHISTA!
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E A NOVA DA ONU (ORGANIZAÇÃO NADA ÚTIL), EM?
Estou
pensando na ONU. E eu alegre, pensando que ia ser editada ume resolução
para criar políticas públicas eficazes que, ao menos, amenizassem os
efeitos das secas pelo mundo e que ajudase a combater a fome na África, e
o que vejo...pasmem; orientação para se comer insetos. Kkkkkkkkkkkkk.
Duvide-ó-dó que esses integrantes da ONU deixem seu caviar, sua
champagne francesa, seu vinho do porto, seu uísque escocês envelhecido,
para comer insetos. Criem vergonha, insetos! Com todo respeito aos insetos!
ÀS MÃES! AGORA DIGAM QUE NÃO É ASSIM!
No Dia Em Que Eu Saí de Casa
Zezé Di Camargo e Luciano
No dia em que eu saí de casa
Minha mãe me disse:
Filho, vem cá!
Passou a mão em meus cabelos
Olhou em meus olhos
Começou falar
Por onde você for eu sigo
Com meu pensamento
Sempre onde estiver
Em minhas orações
Eu vou pedir a Deus
Que ilumine os passos seus
Eu sei que ela nunca compreendeu
Os meus motivos de sair de lá
Mas ela sabe que depois que cresce
O filho vira passarinho e quer voar
Eu bem queria continuar ali
Mas o destino quis me contrariar
E o olhar de minha mãe na porta
Eu deixei chorando a me abençoar
A minha mãe naquele dia
Me falou do mundo como ele é
Parece que ela conhecia
Cada pedra que eu iria por o pé
E sempre ao lado do meu pai
Da pequena cidade ela jamais saiu
Ela me disse assim:
Meu filho, vá com Deus
Que este mundo inteiro é seu
Eu sei que ela nunca compreendeu
Os meus motivos de sair de lá
Mas ela sabe que depois que cresce
O filho vira passarinho e quer voar
Eu bem queria continuar ali
Mas o destino quis me contrariar
E o olhar de minha mãe na porta
Eu deixei chorando a me abençoar
E o olhar de minha mãe na porta
Eu deixei chorando a me abençoar
E o olhar de minha mãe na porta
Eu deixei chorando a me abençoar
Zezé Di Camargo e Luciano
No dia em que eu saí de casa
Minha mãe me disse:
Filho, vem cá!
Passou a mão em meus cabelos
Olhou em meus olhos
Começou falar
Por onde você for eu sigo
Com meu pensamento
Sempre onde estiver
Em minhas orações
Eu vou pedir a Deus
Que ilumine os passos seus
Eu sei que ela nunca compreendeu
Os meus motivos de sair de lá
Mas ela sabe que depois que cresce
O filho vira passarinho e quer voar
Eu bem queria continuar ali
Mas o destino quis me contrariar
E o olhar de minha mãe na porta
Eu deixei chorando a me abençoar
A minha mãe naquele dia
Me falou do mundo como ele é
Parece que ela conhecia
Cada pedra que eu iria por o pé
E sempre ao lado do meu pai
Da pequena cidade ela jamais saiu
Ela me disse assim:
Meu filho, vá com Deus
Que este mundo inteiro é seu
Eu sei que ela nunca compreendeu
Os meus motivos de sair de lá
Mas ela sabe que depois que cresce
O filho vira passarinho e quer voar
Eu bem queria continuar ali
Mas o destino quis me contrariar
E o olhar de minha mãe na porta
Eu deixei chorando a me abençoar
E o olhar de minha mãe na porta
Eu deixei chorando a me abençoar
E o olhar de minha mãe na porta
Eu deixei chorando a me abençoar
sexta-feira, 10 de maio de 2013
ESTAVA CALADO, MAS NÃO AGUENTO MAIS CONTER O GRITO!
To penando ainda na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que determinou através da resolução 414/2010 que até o dia 31 de janeiro de 2014, os municípios pernambucanos passarão a ser responsáveis pela manutenção de todo o sistema de iluminação pública, como troca de luminárias, lâmpadas e reatores.
- Agora meu problema passa a ser com a CELPE (Companhia Especialista em Lesar os PErnambucanos). Meu povo, cadê essa concessionária que não atende nossos pleitos para que eltabilize a corrente elétrica daqui da Rua Tenente Siqueira Campos (Praça da Bandeira, Rua da Cadeia). Parece época de Natal com tanto pisca-pisca. Vai queimar tudo e vamos exigir indenizações. Solictações não faltam à CELPE e...nada; que dizer, nada não; a conta chega!Na OI. Passei pelo mesmo constrangimento, meu caro. E prá não me estressar mais numa demanda judicial, rescindi o contrato, arranquei tudo que era dessa OI (Operadora Ineficaz), até antenas, provedores, fios e cabos, cancelei net, celular e até o telefone fixo. E ainda tiveram a petulância de quererem exigir multa rescisória. Tenho todos os protocolos e todas as ligações gravadas. Disse-lhes que não pagaria pois o contrato adesivo de prestação de serviços é bilateral, ou seja, gera obrigações às duas partes, i.é., eu pago para que eles prestem serviço de qualidade. Não prestaram, portanto houve quebra de cláusula contratual por parte da contratada. Calaram-se. To com a de Josélio. Muito boa, até o momento. Recomendo e não é telexfree. Rsrsrs. Abraço.Tá mais do que na hora de os militares fazerem valer a nossa linda CF/88 que estão lambusando toda. Que País é este meu Deus, onde drogado terá cartão recomeço no valor de R$ 1.350,00 (mil e trezentos e cinquenta reais) para pagar tratamento em clínica particular e um pai de família trabalha prá ganhar salário mínimo de R$ 670,00 (seiscentos e setenta reais) prá manter sua família? Que merda!
quarta-feira, 17 de abril de 2013
BRASIL, O PAÍS DO FUTURO?
O meu país
Flávio José
Refrão:
Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo
Um país que crianças elimina
Que não ouve o clamor dos esquecidos
Onde nunca os humildes são ouvidos
E uma elite sem Deus é quem domina
Que permite um estupro em cada esquina
E a certeza da dúvida infeliz
Onde quem tem razão baixa a cerviz
E massacram-se o negro e a mulher
Pode ser o país de quem quiser
Mas não é, com certeza, o meu país.
Refrão
Um país onde as leis são descartáveis
Por ausência de códigos corretos
Com quarenta milhões de analfabetos
E maior multidão de miseráveis
Um país onde os homens confiáveis
Não têm voz, não têm vez, nem diretriz
Mas corruptos têm voz e vez e bis
E o respaldo de estímulo incomum
Pode ser o país de qualquer um
Mas não é, com certeza, o meu país.
Refrão
Um país que perdeu a identidade
Sepultou o idioma português
E aprendeu a falar pornofonês
Aderindo à total vulgaridade
Um país que não tem capacidade
De saber o que pensa e o que diz
Que não pode esconder a cicatriz
De um povo de bem que vive mal
Pode ser o país do Carnaval
Mas não é, com certeza, o meu país.
Refrão
Um país que seus índios discrimina
E a ciência e as artes não respeita
Um país que ainda morre de maleita
Por atraso geral da medicina
Um país onde escola não ensina
E hospital não dispõe de raio-x
Onde a gente dos morros é feliz
Se tem água de chuva e luz do sol
Pode ser o país do futebol
Mas não é, com certeza, o meu país.
Refrão
Um país que dizima a sua flora
Festejando o avanço do deserto
Pois não salva o riacho descoberto
Que no leito precário se estertora
Um país que cantou e hoje chora
Pelo bico do último concriz
Que florestas destrói pela raiz
E a grileiros de fora entrega o chão
Pode ser que ainda seja uma nação
Mas não é com certeza o meu país.
É este o País que queremos? Me expliqem!
Flávio José
Refrão:
Tô vendo tudo, tô vendo tudo
Mas, bico calado, faz de conta que sou mudo
Um país que crianças elimina
Que não ouve o clamor dos esquecidos
Onde nunca os humildes são ouvidos
E uma elite sem Deus é quem domina
Que permite um estupro em cada esquina
E a certeza da dúvida infeliz
Onde quem tem razão baixa a cerviz
E massacram-se o negro e a mulher
Pode ser o país de quem quiser
Mas não é, com certeza, o meu país.
Refrão
Um país onde as leis são descartáveis
Por ausência de códigos corretos
Com quarenta milhões de analfabetos
E maior multidão de miseráveis
Um país onde os homens confiáveis
Não têm voz, não têm vez, nem diretriz
Mas corruptos têm voz e vez e bis
E o respaldo de estímulo incomum
Pode ser o país de qualquer um
Mas não é, com certeza, o meu país.
Refrão
Um país que perdeu a identidade
Sepultou o idioma português
E aprendeu a falar pornofonês
Aderindo à total vulgaridade
Um país que não tem capacidade
De saber o que pensa e o que diz
Que não pode esconder a cicatriz
De um povo de bem que vive mal
Pode ser o país do Carnaval
Mas não é, com certeza, o meu país.
Refrão
Um país que seus índios discrimina
E a ciência e as artes não respeita
Um país que ainda morre de maleita
Por atraso geral da medicina
Um país onde escola não ensina
E hospital não dispõe de raio-x
Onde a gente dos morros é feliz
Se tem água de chuva e luz do sol
Pode ser o país do futebol
Mas não é, com certeza, o meu país.
Refrão
Um país que dizima a sua flora
Festejando o avanço do deserto
Pois não salva o riacho descoberto
Que no leito precário se estertora
Um país que cantou e hoje chora
Pelo bico do último concriz
Que florestas destrói pela raiz
E a grileiros de fora entrega o chão
Pode ser que ainda seja uma nação
Mas não é com certeza o meu país.
É este o País que queremos? Me expliqem!
quarta-feira, 10 de abril de 2013
RECADO AO POVO: "TRIUNFO? ISSO NÃO TE PERTENCE MAIS! CORUPÇÃO? ISSO PODJJE!
Prá começar bem o dia, creio
estar desaprendendo o que aprendi, ainda lá na 6ª série, no Stella Maris,
acerca de sistema federativo de governo. Ontem, assistindo ao jornal, foi que
tomei conhecimento de que a Republica de Triunfim é forte mesmo e está acima
até da própria Constituição, posto que, pelo que deu a entender, rompeu o pacto
federativo esculpido à letras de fogo lá no art. 1º "Caput", CF/88,
quando proclama: "A República FEDERATIVA do Brasil, FORMADA pela UNIÃO
INDISSOLÚVEL dos Estados e MUNICÍPIOS...". Pois foi o que ocorreu, já que
foi deflagrada uma Operação de combate a corrupção em 18, EU DISSE 18, Estados
e Municípios brasileiros, inclusive Quixeramubim, logo aqui no vizinho Estado
do Ceará, sendo presos mais de 90, EU DISSE mais de 90 acusados. Fiquei muito
feliz e ansioso prá ver o nome de Triunfim e as caras dos acusados, mas, prá
mais uma decepção minha em relação à justiça, isto não ocorreu. Foi então que
acordei prá Jesus e cheguei à conclusão de que, ou aqui Legislativo, Executivo
e outros segmentos sociais e empresariais, tudo podem fazer, dando banana pro
Judiciário, ou são todos uns "santos", à contráriu sensu do que faz
prova o processo que AINDA tramita no judiciário sem perspetiva de uma sentença
direita e justa que resgate a sua credibilidade e atenda aos anseios daqueles
que realmente amam seu Ente Estatal, enquanto Município, materializado em forma
de um conjunto unitário homogênio tríduo: TERRITÓRIO (nosso torrão natal), POVO
(os nele nascidos - e aqui destoo da doutrina majoritária e incluo também
aqueles que, mesmo não nascidos aqui, amam Triunfo, às vezes, mais que certos
filhos seus) - e, por fim, PODER (Soberania), onde é o povo quem deve governar
diretamente ou através de seus representantes (vide Parágrafo Único do mesmo
art. 1º, CF/88), ou então, meu povo, a República de Triunfim não faz mais parte
deste sistema federativo de governo que, diga-se de passagem, é cláusula pétrea
que só pode ser desfeita com o advento de outra Constituição, massssss...como
aqui tudo pode! BOM DIA MEU POVO!
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